Bike: comportamentos que mudam o país

Hoje todo mundo fala de bike. Em 1990, o Brasil começou a mudar. Os especialistas dizem que a maior qualidade do presidente Collor, recém-chegado ao poder, foi a abertura do país e a permissão para que as empresas voltassem a importar produtos (o mercado de importação foi fechado em 1974 com a crise do petróleo).

A chamada “abertura econômica” trouxe novos hábitos, produtos e serviços. Entre elas, uma tendência de comportamento: a prática de “esportes de ação”, que necessitavam de equipamentos sofisticados, não produzidos aqui. As bicicletas especiais de mountain bike começavam a ser trazidas, fabricadas especialmente na California, berço deste esporte no mundo.

A Art Presse vislumbrou uma oportunidade e desenvolveu uma série de ações em esportes de ação para a multinacional Warner-Lambert, que era conhecida no mercado brasileiro pelas divisões Adams (de gomas de mascar e candies) e Parke-Davis, no segmento farmacêutico. A Art Presse lançou o maior evento do setor – a Copa Halls-Schick de Mountain Bike – e uma série de ações que visavam a divulgação deste esporte.

Entre elas, a prática do mountain bike à noite, em uma ação que ficou conhecida como “Night bikers”. Graças a várias iniciativas desenvolvidas pela Art Presse – que realizou um intenso trabalho de eventos e assessoria de impresa – em várias partes do país, o mountain bike e os “night bikers” tornaram-se conhecidos e fazem parte hoje da vida dos brasileiros.

Este é um dos maiores cases da Art Presse em relações públicas. E, talvez, um dos grandes cases de RP do país nos últimos anos.

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